quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
Feto Pequeno e Grande em Sofrimento
quarta-feira, 16 de janeiro de 2013
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Bebé morto e o coração palpitando vivo
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Feto é arrancado lentamente do útero
quarta-feira, 30 de maio de 2012
sexta-feira, 6 de abril de 2012
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Aborcionista: Sim, há bebés que sobrevivem ao aborto e são lançados VIVOS na sanita
Provérbios 8:36
Num testemunho perturbador durante o processo legal contra um aborcionista da Flórida, outro aborcionista admitiu que algumas crianças abortadas saem da mãe ainda vivos, e deixados "a menear na sanita", onde lhes é permitido morrer. O testemunho ocorreu durante o julgamento do aborcionista James Pendergraft que foi condenado a pagar mais de $36 milhões de dólares devido a um aborto que correu mal (há algum que corra bem?). O aborto deixou a criança viva mas severamente desabilitada.
Pendergraft, que foi condenado por extorsão em 2001, viu o tribunal de Orlando a sentenciar-lhe com o pagamento de $18 milhões pelo processo legal e mais $18 milhões em danos punitivos - totalizando mais de $36 milhões de dólares.
Michele Herzog, do grupo "Pro-Life Action Ministries", e uma das testemunhas do processo, disse que os jurados ouviram o aborcionista Randall Whitney, um dos cúmplices de Pendergrast, "afirmar arrogantemente que, sim, ocorre com frequência os bebés nascerem vivos e serem deixados na sanita, ainda a menear“.
A srª Herzog afirmou:
Eu provavelmente diria que isto foi elucidativo, mas todos sabemos o que realmente ocorre nos abortuários. Mas ouvir o aborcionista explicar friamente como eles matam os bebés é difícil de ouvir e demasiado incrível pensar que isto é permitido nesta grande nação.O advogado da mulher (Carol Howard) cujo aborto falhado mutilou a sua filha de modo grave disse o seguinte nas declarações finais:
Pendergraft possui uma dinastia abortista em torno do estado da Flórida. Ele só se preocupa com o dinheiro, e como tal eu digo, ataquem-lhe onde lhe dói mais.
Embora Pendergraft ainda estivesse na prisão pelo crime de extorsão, a srª Howard foi para umas das cinco clínicas pertencentes a Pendergraft porque o site das clínicas anunciavam as credenciais "médicas" do aborcionista. Quando ela chegou às instalações, um dos "médicos" assistentes ministrou-lhe RU-486 como forma de matar o bebé de 22 semanas.
Herzog reporta que, de acordo com o advogado da srª Howard, foi-lhe dada uma dose cinquenta vezes maior de Cyotec. Quando a srª Howard começou a ter contracções violentas e pediu medicamento para a dor, foi-lhe dito para exercitar caminhando um bocado no parque de estacionamento ou então ir-se embora. Alegadamente, durante este processo não havia médicos ou enfermeiros por perto.
A srª Howard acabou por ir para casa, mas chamou o 911. Ela conseguiu ir para o hospital e dar à luz a sua filha.
○Fonte○
Porque, eis que o Senhor virá em fogo; e os Seus carros como um torvelinho; para tornar a Sua ira em furor, e a Sua repreensão em chamas de fogo. Porque, com fogo e com a Sua espada, entrará o Senhor em juízo com toda a carne; e os mortos do Senhor serão multiplicados. - Isaías 66:15-16
Não faria justiça o Juiz de toda a terra? - Génesis 18:25
segunda-feira, 20 de junho de 2011
Consequências Físicas do Aborto
Que existem inúmeras complicações e que não existem garantias de uma passagem segura. Nenhum médico, nenhum hospital, nenhuma clínica pode garantir a uma mulher que ela vai sobreviver a um aborto legal.” (Saltenberger, A, 1982 Every Woman Has a Right to Know the Dangers of Legal Abortion. Air-Plus Enterprises, Glassboro, NJ)
[Ann Saltenberger é investigadora]
Ao referir que o aborto induzido é 10 vezes mais seguro do que um parto, a propaganda de muitas clínicas de aborto (em países onde a prática está legalizada) cria uma falsa sensação de segurança nas mulheres que procuram os seus serviços. No entanto, esta prática está longe de ser segura. As mulheres que se submetem a um aborto induzido colocam a sua saúde em risco. Mesmo que o procedimento cirúrgico possa correr bem, a mulher não está livre de ter problemas a longo prazo. Em alguns casos, a prática do aborto pode resultar na morte da mulher. As principais causas de morte relacionadas com o aborto induzido resultam de infecções, hemorragias e perfurações uterinas.
Aproximadamente 10% das mulheres que se sujeitam a um aborto induzido sofrem de complicações imediatas, das quais cerca de um quinto (2%) são consideradas de risco para a vida da mulher. As oito complicações principais mais comuns que podem ocorrer são: infecção, embolia, perfuração ou dilaceração do útero, complicações com a anestesia, convulsões, hemorragia aguda, danos cervicais, e choque endotóxico.
As complicações menores mais comuns incluem: infecção, hemorragia, febre, queimaduras de segundo grau, dores abdominais crónicas, vómitos, distúrbios gastrointestinais, e sensibilização Rh (ocorre quando o sangue do feto se mistura com o sangue da mulher grávida e ambos tem Rh’s diferentes). (Frank, P.I, 1985. Induced-Abortion Operations and Their Early Sequelae. Journal of the Royal College of General Practitioners 35(273):175-180.; Grimes, D.A. and Cates, W., Abortion: Methods and Complications, Human Reproduction, pp. 796-813.; Freedman, M.A., Jillson, D.A., Coffin, R.R. and Novick, L.F. (1986). Comparison of Complication Rates in 1st-Trimester Abortions Performed by Physician Assistants and Physicians. American Journal of Public Health 76(5):550-554)
Num estudo envolvendo 1428 mulheres, os investigadores verificaram que a perda durante a gravidez, em especial a perda causada por aborto induzido, estava significativamente relacionada com uma pior saúde geral. (Ney, P.G., Fung, T., Wickett, A.R. and Beamandodd, C. (1994). The Effects of Pregnancy Loss on Womens Health. Social Science & Medicine 38(9):1193-1200.; Badgley, Caron and Powell (1997). Report of the Committee on the Abortion Law, Supply and Services, Ottawa)
Enquanto que a gravidez interrompida por motivos naturais causava um detrimento na saúde, o aborto tinha ainda uma maior correlação com um mau estado de saúde. Estudos como este têm confirmado outros anteriores que referiam que no ano após o aborto, as mulheres frequentavam o seu médico de família 80% mais por diversas razões e 180% mais por razões psicológicas
