Aborto em Portugal

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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Daniel Serrão defende novo referendo sobre o aborto

O catedrático de Anatomia Patológica Daniel Serrão defendeu esta sexta-feira a realização de um terceiro referendo sobre o aborto, considerando que os dois anteriores, de resultados antagónicos, só expressaram a posição de uma parte dos portugueses.

«Tivemos dois referendos. Num deles achou-se que a vida merecia respeito absoluto, noutro achou-se que a vida merecia um respeito relativo e, portanto, permitiu-se que uma mulher possa mandar matar o seu filho até às dez semanas de vida. Acho que é necessário fazer um novo referendo», disse.

«Como se sabe, 60 por cento das pessoas ficaram em casa, não votaram. Só 40 por cento se manifestaram e, desses, praticamente metade foram a favor e metade contra. Acho que valia a pena voltar a pôr aos portugueses esta questão», acrescentou.

Falando à Lusa no Porto, à margem da apresentação de um livro que retrata o seu percurso de vida, Daniel Serrão disse não ter qualquer previsão sobre o resultado que teria um terceiro referendo, mas mostrou-se disponível para contribuir para o debate em defesa da «verdade cientifica», segundo a qual uma nova vida humana começa com o embrião.

Fonte

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Publicada por Lucas à(s) 20:19 0 comentários
Etiquetas: 2007, Aborto, Daniel Serrão, Portugal, Referendo

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

O problema do aborto em Portugal piorou depois da descriminalização


A Federação Portuguesa para a Vida (FPV) exige uma revisão da legislação que legalizou o aborto até às 10 semanas depois de se descobrir que uma enfermeira foi condenada a uma pena suspensa de 3 anos por executar abortos ilegais numa "clínica" em Matosinhos.

A enfermeira, Margarida da Costa, 58 anos, alegadamente cobrava 450 euros por cada aborto.

Quatrocentos e cinquenta euros é quanto custa matar um bebé.

Ela foi condenada em 9 casos de "aborto agravado", e recebeu uma condenação por "usurpação de funções". Apesar do aborto ser legal em Portugal, só os médicos podem executar tal bárbaro procedimento.

Isildra Pegado, porta-voz da FPV, afirmou que a condenação demonstra que a descriminalização do aborto não atingiu os resultados que os grupos pró-matança prometeram. A organização vai em breve apresentar uma petição assinada por milhares de portugueses, requisitando ao Governo que reveja a lei do aborto.

Durante a campanha muitos afirmaram que a liberalização iria tornar o aborto seguro, raro e legal....Durante os últimos 4 anos temos confirmado que o aborto não é seguro - porque as complicações com o aborto aumentaram durante os últimos anos - não é legal - porque o aborto ilegal continua a proliferar por todo o país - e não é raro uma vez que, contrariamente ao que foi dito, o aborto aumentou exponencialmente.

Este caso confirma o viemos defender e serve de fundo para a petição que estamos a apresentar chamada de "Vemos, ouvimos e lemos - Não podemos ignorar!"

A petição pede aos legisladores portugueses que reconheçam "o flagelo do aborto que de norte a sul, varre o País desde há 4 anos destruindo crianças, mulheres, famílias, e a economia gerando desemprego e depressão", e que tomem medidas "para proteger a vida humana desde a concepção".


(Fonte)
Publicada por Lucas à(s) 06:17 0 comentários
Etiquetas: Aborto, Aborto em Portugal, Portugal, Portugal Pró-Vida, Referendo

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

O Holocausto dos inocentes

Em três anos e meio foram perpetrados mais de 63 mil abortos ‘legais’ em Portugal.

Os custos ascenderão a 100 milhões de euros, montante que equivale a 206.186 salários mínimos nacionais...

Acresce que as mulheres que praticam aborto têm isenção de taxas moderadoras (e não será a IVG o acto que mais a justificaria?), podem cometê-lo sem restrições ou limitações, têm direito a um pagamento que só o extremo mau gosto permitiu denominar como “subsídio social de maternidade” (Decreto-Lei n.º 105/2008, art.º 2.º, n.º 4), e mesmo de despesas com a deslocação às unidades de saúde, neste caso quando sejam oriundas dos Açores ou da Madeira...

Seria assim tão cruel a lei prescrever que essas mulheres tivessem as crianças, permitindo depois que a estas fossem encontrados, entre tantos casais que sofrem de infertilidade involuntária, projectos de vida em famílias de adopção?

É preferível a crueldade com quem não se pode defender?

Que raio de sociedade é esta que vira a cara e convive bem com estes crimes?

(Fonte)
Publicada por Lucas à(s) 19:07 5 comentários
Etiquetas: Aborto em Portugal, Chacina, Desejo de Matar, Imagem, Indústria Abortista, Infanticídio, Matança de Inocentes, Portugal está de Luto, Referendo

sábado, 5 de fevereiro de 2011

O Direito de Matar Inocentes

Citação de Bernardo Motta, retirada do blogue Espectadores:

"
Em 2007, por altura do referendo, despendi algum tempo e esforço na elaboração de um argumentário contra o pretenso direito a abortar. (...) Passados estes anos, chego à conclusão de que argumentários deste tipo de pouco valem. E sobretudo porque o outro lado da barricada, onde se encontram os defensores do pretenso direito a abortar, não quer um debate ético e racional sobre o tema "aborto". Eles querem que se possa abortar. Ponto final. Porque querem sexo livre, e às vezes a contracepção falha, e há que abortar. Faz tudo parte de um mesmo esquema maquiavélico: educação sexual para promover a promiscuidade, contracepção para promover a promiscuidade, aborto para resolver as falhas da contracepção. É uma indústria e ao mesmo tempo uma ideologia. Para esta gente, o nosso tempo gasto em argumentários é tempo desperdiçado. Quando muito, os argumentários serão úteis para quem, honestamente, tem dúvidas sobre a matéria. Os defensores do pretenso "direito" ao aborto não têm dúvidas. Muito menos honestas.

Hoje em dia, e passados três anos de aborto livre em Portugal, e sabe-se lá quantas facturas da Yolanda passadas ao Estado Português (que tem que pagar a "clínicas" privadas para que estas o ajudem a matar portugueses), o negócio prospera. Com o aumento evidente do número de casos de aborto, fica patente como o aborto "legal" está longe de ser uma excepção, ou mesmo uma pretensa solução para o aborto clandestino. Além de que abortar é matar um ser humano. E é, realmente, secundário se o matamos clandestinamente ou "legalmente". A subtil distinção tem, mais uma vez, laivos de Terceiro Reich.

Desde a promulgação desta lei criminosa e assassina o aborto aumentou.
Mataram-se, "legalmente", e "por opção da mulher", 53.682 portugueses. Gente que, de outra forma, teria nascido. Gente que já teria hoje direito ao seu moderno "Cartão de Cidadão". Gente que teria um nome. Uma vida.

A única reacção natural, racional, lógica, estruturada, e bem formada a esta lei hedionda é a reacção de nojo. De asco. De repulsa. De vómito. De náusea. Em Portugal, e desde Julho de 2007, mataram-se mais de 50.000 bebés portugueses, quer em hospitais públicos, quer em clínicas privadas subsidiadas pelo Estado Português. Sim, senhor contribuinte, eu e o senhor, com os nossos impostos, ajudámos a matar uma destas crianças. Sim, senhora contribuinte, eu e a senhora, com os nossos impostos, ajudámos a matar uma destas crianças. Uma percentagem pequena do total, este nosso contributo, mas ajudámos ao total...

Felizmente para os "profissionais" da vampiresca indústria do aborto, a maioria destes crimes é perpetrada pela via do aborto químico, algo que deixa um rastro de pequenas dimensões (dada a tenra idade do ser humano em questão), sendo portanto um tipo de crime cujo efeito material é facilmente negligenciado pela sociedade... O pior rastro, esse, fica na consciência da mãe que matou o seu filho. "
Publicada por Anónimo à(s) 00:24 2 comentários
Etiquetas: Bernardo Motta, Desejo de Matar, Espectadores, Indústria Abortista, Injustiça, Referendo

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Segundo Vitalino Canas, o Aborto não é Problema Ético.

Esta declaração de Vitalino Canas, o socialista na altura porta-voz da Comissão Política do PS, revela bem que tipo de pessoas levaram a referendo e idealizaram a lei do aborto que vigora desde 2007. No site do parlamento, a biografia do deputado socialista descreve-o como formado em Direito ( com frequência de doutoramento) advogado, professor universitário, membro de governos, membro de múltiplas organizações empresariais e públicas e com várias obras publicadas. Cá vai a história do Vitalino, um rapaz de muito tino:

"Nesta questão [legalização do aborto] (...) estamos a tratar de uma questão de modernidade, estamos a tratar de uma questão de justiça, de mais justiça na nossa sociedade. Queremos fazer uma campanha baseada em argumentos de ciência e em argumentos racionais, não uma campanha baseada em argumentos de moral, de ética"

Analisando em pormenor:

-"Estamos a tratar de uma questão de modernidade"

O aborto como tendência de moda primavera-verão, portanto. A modernidade e sofisticação de matar inocentes e indefesos não é compatível com conservadorismo reaccionário ultrapassado.

-"Estamos a tratar de uma questão de justiça, de mais justiça na nossa sociedade"

Ah, a justiça! E então, como é que se discute justiça, se um determinado acto é justo ou não? Segundo o socialista Vitalino, com argumentos de ciência, racionais. E não com argumentos de moral e ética. Moral e ética estão "vitalinamente" excluídas da razão.

Não me lembro do PS apresentar um único argumento científico e racional durante a campanha. Por exemplo, o inventado prazo de 10 semanas nunca foi cientifica ou racionalmente justificado.O que acontece antes das 10 semanas, de tão diferente após esse limite, que valide legalizar o aborto até esse tempo gestação? Nada.

Cientificamente podemos ter acesso à descrição empírica do que é um feto que tenha até 10 semanas de vida. A actividade científica em si mesma é moralmente neutra. O doutor Mengele e o doutor Gentil Martins, cientificamente chegariam à mesma conclusão sobre o facto de uma mulher grávida ter no útero um ser humano em desenvolvimento.

Se o doutor Vitalino queria despenalizar, legalizar e subsidiar actos letais cometidos contra fetos até 10 semanas; obviamente que tal pretensão exigia ser racionamente justificada com argumentos morais e éticos. Cientificamente descreve-se; eticamente pensam-se os deveres morais que temos relativamente à realidade descrita.

Um feto que foi gerado por dois humanos é um ser humano. Isto é facto científico.
Não é lícito matar um ser humano indefeso e inocente. Isto é um valor ético elementar.

É importante não esquecer quais as tácticas utilizadas para mascarar isto em 2007, por publicitários da banha da cobra como Vitalino Canas. O socialista que tem o exótico cargo de Provedor da Ética e do Trabalho Temporário. É um bom título. O rótulo "da Ética" prestigia. Em questões de vida e morte é que já não interessa falar muito nisso. O que importou foi a VONTADE de legalizar o aborto. A qual o espertalhão Vitalino classificou perante os microfones como "ciência e razão".
Publicada por Anónimo à(s) 15:47 0 comentários
Etiquetas: Ética, Indefesos, Inocentes, Mentiras, Partido Socialista, Referendo, Vitalino Canas

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Viva a dissolução da sanidade

Foi com estas palavras eugénicas que um dos aborcionistas do blogue "Sim no Referendo" se congratulou: Reparem no marxismo cultural presente nas palavras "o princípio da dissolução dos costumes". Aparentemente o aborto em si nunca teve nada a ver com a "saúde" da mulher, mas sim foi mais um passo para a "dissolução dos costumes".

Esta gentalha acha mesmo que matar bebés como forma de destruir o Cristianismo é um acto louvável. Josef Mengele estaria orgulhoso.


Eis o que um blogueiro escreveu:
Lendo o que se escreve pelos blogues mais relevantes constata-se, sem dúvidas, que afinal não estava em causa a penalização das mulheres. O que se escreveu sobre elas? Pois, o importante era impor à Igreja Católica uma grande derrota (Causa Nossa), promover a dissolução dos costumes (Arrastão), permitir que alguns deixassem de ter pesadelos à noite, dissipando aúreas obscurantistas, dar uma vitória ao Estado Secular (Sim no Referendo), uma vitória à laicidade (Bichos Carpinteiros). No fundo, o povo achincalhou a Igreja Católica (Diário Ateísta) e outras tretas que tais.

Bem me parecia, quando escrevi este artigo, que a questão estava longe de ser uma mera aderência à realidade, mas antes uma cruzada do realismo pós-moderno. Nada como a euforia da vitória para repor a verdade e virem à tona as reais motivações.

Rodrigo Adão da Fonseca

Como diz o Rodrigo, e muito bem, a questão nunca foi o "sofrimento das mulheres" mas sim uma luta contra o Cristianismo.

Publicada por Lucas à(s) 19:29 4 comentários
Etiquetas: Aborcionistas, Daniel Oliveira, Leonor Areal, Marxismo Cultural, Miguel Marujo, Neoateísmo, O Mal Existe, Referendo

Cancioneiro Abortista

"Já imaginaram a miséria que é ter um filho porque não se teve dinheiro para pagar um aborto? "

Fernanda Câncio, durante a campanha pela legalização e financiamento estatal da matança de bebés portugueses.

Que miséria ele ter nascido, só porque não houve dinheiro para o matar...



Editado: Para confirmar a citação clicar no link e procurar o último texto dessa página.
Publicada por Anónimo à(s) 17:34 2 comentários
Etiquetas: Fernanda Câncio, Indefesos, Infanticídio, Inocentes, O Mal Existe, Referendo

A Festa da Morte

Em 2007...

"Houve uma alegria incontida na sala do Altis (...) Às 20 horas, soltaram-se enfim as gargantas (...) aplausos. Vitória! Vitória! Vitória!(...)
Maria Antónia Palla,
combatente de longa data pela despenalização do aborto, não escondia a emoção (...) Compete agora à Assembleia da República a alteração urgente da lei", acentuou Marta Crawford (...) O serão era de festa entre os adeptos do "sim".
A socialista Marta Rebelo cumprimentava o social-democrata Vasco Rato. O escritor Rui Zink abraçava a jornalista Leonor Xavier. Helena Pinto, deputada do Bloco de Esquerda, lançava um sorriso cúmplice ao líder da Juventude Socialista, Pedro Nuno Santos. Também satisfeito, mas de semblante muito mais tranquilo, o ex-líder parlamentar do PCP, Octávio Teixeira(...) O secretário-geral da CGTP( Manuel Carvalho da Silva) circulava entre a pequena multidão (...) Ali acorreram também o juiz Eurico Reis, a actriz São José Lapa, o apresentador José Carlos Malato, a escritora Inês Pedrosa, a actriz Sandra Cóias e o ex-deputado da UDP Mário Tomé. Ana Drago, do Bloco de Esquerda, não escondia a satisfação, tal como Maria João Sande Lemos(...) Maria José Alves, um dos rostos principais da campanha pelo "sim", foi brindada com a maior ovação da noite (...) O 'sim' ganhou! (...) o 'sim ganhou! (...) esta médica obstetra, que suscitou nova onda de aplausos... Portugal junta-se aos restantes países da Europa ocidental no respeito pelos direitos humanos.(...) Duarte Vilar, também muito aplaudido (...) Vamos festejar", gritou alguém."

Em 2011, segundo números referidos no site Portugal Pró-Vida...


A Lei do Aborto já matou 66670 bebés portugueses!

O video abaixo (atenção, imagens muito chocantes), mostra qual o acto cuja legalização foi festejada em 2007:


*A última imagem é a de um bebé com 24 semanas. Em Portugal também é legal matar um bebé que tenha até 6 meses de vida, se ele for deficiente.


Passados praticamente quatro anos, continuarão aquelas personalidades satisfeitas e a festejar a matança de inocentes e indefesos como se fosse "respeito pelos direitos humanos"?


Publicada por Anónimo à(s) 00:58 7 comentários
Etiquetas: Aborto, Chacina, Crime, Indefesos, Infanticídio, Inocentes, Referendo

domingo, 30 de janeiro de 2011

Isabel Moreira e o Direito a Abortar

Na altura da discussão da aprovação da palhaçada a que chamaram "casamento entre pessoas do mesmo sexo", levantou-se a hipótese de um referendo. Hipótese colocada de lado e considerada juridicamente ilegítima por "constitucionalistas" como Isabel Moreira. Levantou-se então a questão: se a legalização do aborto até às 10 semanas de gestação por vontade da mulher foi alvo de referendo, qual a razão para uma alteração à lei do casamento, na opinião de juristas como Isabel Moreira, não ser referendável? A resposta da jurista Moreira foi esta:

"Não há um direito fundamental no aborto, o que esteve em causa foi o conflito entre bens constitucionais, entre o bem constitucional da vida humana e o bem constitucional do direito da mulher a decidir abortar."
Extraordinário. Em primeiro lugar, porque foi preciso a legalização da matança para que uma adepta e entusiasta dessa criminosa lei admitisse publicamente que na questão do aborto está em causa o bem da vida humana. Lembro-me que na altura do referendo, os defensores do "Sim" não admitiam discutir o problema enquanto matança de seres humanos. Isso era, diziam, radicalismo e fanatismo religioso.
Isabel Moreira admitiu também que a vida humana é um bem constitucional, defendido pela lei fundamental. O que está correcto:

CRP, Artigo 24ª:

1. A vida humana é inviolável.
2. Em caso algum haverá pena de morte.

Agora, esclareçam por favor este analfabeto, em que parte da constituição posso concluir que é um "bem constituicional", o direito da mulher a decidir abortar? Se a lei não estava aprovada, não havia nenhum conflito entre esse suposto bem e o da vida humana. Querer aprovar algo que ainda não existe e que vai contra um bem constitucional, não é o mesmo que ter um conflito entre dois bens constitucionais. Por outro lado, o Artigo 24º é claro:

invioláveladj. 2 gén.
adj. 2 gén.
1. Que não se deve ou não se pode violar; sagrado.
2. Intangível.
3. Que não pode ser devassado.

Ou seja, como Isabel Moreira admitiu que na questão do aborto está em causa o bem constitucional "vida humana", isso foi o mesmo que afirmar que sabe, até porque é "constitucionalista", que não há espaço para haver qualquer conflito jurídico entre esse bem e qualquer outro. Não determinasse precisamente a constituição que o bem "vida humana" é inviolável. A possibilidade teórica de um conflito entre o bem "vida humana" e qualquer outro, o artigo 24º da Constituição já resolveu: o direito à vida ganha. Não há espaço para qualquer interpretação. Por princípio moral elementar, não se pode deixar à consideração da maioria o direito de alguns viverem.. Segundo a actual Constituição, também  não.
Outro aspecto da irracionalidade da posição defendida por Isabel Moreira, é quando diz "Não há um direito fundamental no aborto", para logo de seguida dizer que no aborto está em causa o bem da vida humana. Significa isto que, em sua opinião, o direito à vida não é fundamental.

Fica a questão: se viver não é um direito fundamental, como pode qualquer outro direito ser considerado fundamental? Todos os direitos reconhecidos a alguém decorrem de uma realidade elementar: esse alguém existe. Se a única realidade que permite a alguém ter direitos não é um direito fundamental em si mesmo, então não existem direitos fundamentais.

Se viver não é um direito fundamental, então em momento algum pode ser um direito fundamental que dois homossexuais vivos se casem.

A existência antecede a vontade dos existentes para celebrarem contratos. Resumindo o show de horrores:

-No aborto está em causa o bem da vida humana. Isabel Moreira concorda que está!

-No aborto não há um direito fundamental. Logo, Isabel Moreira acha que o direito à vida não é fundamental.

-Para resolver um dito conflito entre o bem da vida humana, constitucionalmente garantido pelo artigo 24º como "inviolável", a jurista e "constitucionalista" Isabel Moreira acha que se pode deixar ao critério de decisão pela maioria aquilo que vale mais: o direito à vida ou o direito da mulher grávida a decidir que violem a vida que carrega no útero.

Na tese jurídico-moreirense, o direito a matar bebés de 10 semanas é discutível e aceitável. A maioria pode decidir se legalizamos ou não essa prática. Já o direito de duas pessoas do mesmo sexo se "casarem" é fundamental e não pode ser deixado à consideração da maioria.

-Referendar o direito a matar bebés é aceitável e compreensível. Decidir violar a vida humana é um bem que pode estar acima do inviolável direito à vida.

-Referendar quem pode aceder ao casamento civil é inadmíssivel porque isso, na lógica de Isabel Moreira, é o mesmo que deixar à maioria a decisão de acabar ou não com a escravidão de uma minoria.

O artigo 24º da Constituição diz que a vida humana é inviolável, e que em caso algum haverá pena de morte. Mas admito, certamente sou eu que não compreendo a interpretação correcta desse texto. Provavelmente deve ser esta:

1. A vida humana é inviolável, com excepção da vida humana que a maioria entenda por bem considerar não inviolável.

2. Em caso algum haverá pena de morte, com excepção dos bebés até dois meses e meio de vida culpados do crime "não desejado pela minha mãe, companheiro, família, amigos e/ou patrão da minha mãe". (não esquecendo os bebés originados numa violação e os bebés deficientes, os quais só ganham o direito à vida, respectivamente, depois dos quatro e dos seis meses de vida, sabe-se lá por qual razão científica ou ética...)

Bem-vindos ao Portugal Progressista!


Dois homossexuais "casados" - Direito fundamental acima da vontade de maioria contrária à sua realização.
Bebé de 10 semanas chacinado - Destruição de vida humana legalmente sujeita e autorizada por vontade de maioria.
Publicada por Anónimo à(s) 00:04 5 comentários
Etiquetas: Aborto, Constituição da República Portuguesa, Isabel Moreira, Referendo
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"A humanidade do feto não depende da forma como foi concebido".

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O que é um aborto?

O que é um aborto?

Armas usadas para matar bebés

Armas usadas para matar bebés
"Se o ovo fertilizado não é nele mesmo humano, então nunca se poderia tornar num humano porque nada mais é acrescentado a ele [até nascer]"

(Jérôme Lejeune, geneticista, e responsável pela descoberta do síndrome de Down)

"É cientificamente correcto afirmar que vida humana individual inicia no momento da concepção."

(Dr. M. Matthew Roth, Universidade Médica de Harvard)
"Sem a vida, nada mais importa"
"Maldito aquele que tomar peita, para matar alguma pessoa inocente. E todo o povo dirá: Ámen."
Deuteronómio 27:25
"Estas seis coisas aborrece o Senhor, e a sétima a Sua Alma abomina: olhos altivos, língua mentirosa, e mãos que derramam sangue inocente; coração que maquina pensamentos viciosos; pés que se apressam a correr para o mal; testemunha falsa que profere mentiras; e o que semeia contendas entre irmãos"
Provérbios 6:16-17
"Desde 1982 até 2002 foram cometidos 500 milhões de abortos no mundo inteiro, 50 milhões de abortos a cada ano."

[Fonte]

SEGUIDORES

Apoio a Grávidas em Dificuldades

Ligue

800 20 80 90

Número Grátis

2ª a 6ª, 9h - 17h

EM FOCO

  • Fotos de bebés abortados (GRÁFICO)
  • Mulher "condenada" a 4 meses de prisão efectiva por matar dois bebés
  • Estarrecedor açougue humano: maior conglomerado abortista dos EUA vende órgãos de fetos assassinados.
  • Maria Helena Santos: Esquartejar bebés é um direito
  • A contradição do abortista Luciano Ayan
  • A 'Sopa Saudável' de Feto
  • Contra o Aborto em Portugal
  • O Holocausto dos inocentes
  • O maniqueísmo progressista-abortófilo
  • Aborcionistas propositadamente ignoram a ciência

http://www.pav.org.pt

http://www.juntospelavida.org/

http://www.ajudadeberco.pt/ab/


http://www.maoserguidas.org/




TEXTOS REFERÊNCIA

  • As caras da "excepção"
  • Fotos de bebés abortados
  • Apresentação
  • O Milagre da Vida
  • Argumentário contra o Direito ao Aborto, por Bernardo Motta
  • Estatuto Ético do Zigoto Humano, por Bernardo Motta
  • Desejo de Matar
  • E em caso de violação?
  • Ignorância Conveniente
  • Matança de bebés com Síndrome de Down
  • Maria Helena Santos: "Esquartejar bebés é um direito"
  • Poder da oração contra o horror do aborto
  • As 10 coisas que os abortistas mais temem
  • Informação sobre o Aborto
  • Os números do genocídio silencioso em Portugal
  • A Festa da Morte
  • Nacional-Socialismo Português
  • O Direito de Matar
  • Isabel Moreira e o Direito a Abortar
  • O dever do médico segundo o abortista
  • O Direito Humano de Apedrejar Adúlteras
  • O uso de imagens gráficas não é opcional
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